Dom Bahia sofre tentativa de homicídio e acusa professor do Cetepi; veja relato
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Texto encaminhado pelo professor Dom Bahia para a equipe do portal Ozildo Alves. Veja abaixo:
Amigos, venho aqui externar a minha indignação,pois as pessoas envolvidas em minhas denuncias, não respeitam as esferas judiciais e nem a sindicância da SEC/BA e da SUPROF,que veio ouví-los, dando direito ao contraditório e a ampla defesa das denuncias,porém mesmo , estas denuncias de forma inconsequente,anteriormente vazadas, com intuito de diminuir os impactos e as gravidades dos atos delituosos ,praticados por alguns professores ,com a conivência e respaldo da diretora geral do Cetep-1, vem conturbando o ambiente escolar,sem mesmo sair o resultado dessa conceituada sindicância, que vai passar a limpo a impunidade e a corrupção instaurada no centro. Desde do inicio dessa atual gestão, o que se viu , foi as violações dos princípios da gestão publica e a ineficiência da administração, favorecendo a um pequeno grupo seleto de aliados da diretora geral ,promovendo a maior evasão da educação profissional do Estado da Bahia e baixa qualidade do ensino e profissional dos alunos.
Devido ao desespero, eles tentaram a minha desmoralização publica, usando os policiais militar, depois sem mostrar a cara com depoimentos levianos na mídia, e por fim, buscando em turno oposto ao que eu leciono, asinaturas de professores e alunos, que não me conhece, usando do método da intimidação, porém sexta feira passada, alguns professores por não lograrem êxitos dos alunos e professores do noturno no seu prpósito , pedindo minha retirada do centro, o professor Silvano Wanderlei, pelo regime do REDA, que tem dia hora pra entrar e sair, pois é contrato, me chamou na frente da sala, para ir pra fora da escola brigar com ele, eu apenas disse que brigava com ele nas idéias e na justiça, pois o mesmo vem me difamando em atas e nas redes sociais, mais grave foi quando sair da escola, eles tentaram manipular uma ata, e o coordenador e a vice diretora não deixou tal manipulação onde o mesmo na frente dos professores, funcionários e alunos, proferia palavras de baixo nível, dizendo queia me matar, sendo aconselhado por alguns presentes, que não fizesse isso, mas suprendentemente, ontem, às 20:30, o mesmo professor aguardava dentro de um carro branco suspeito com um comparsa, segundo os moradores , já a muito tempo, desde da tarde , e quando me dirigia para pegar o meu carro em frente a minha casa ele desesperado e alucinado com a mão por baixo da camisa, e arrancou o meu colar de ouro de São Jorge, assim como o meu relógio, com sua brutalidade, ao entrar no carro, produzir um buzinaço, e os meus familiares e vizinhos viram toda cena criminosa, onde o mesmo proferiu chutes em minha cabeça e no abdomém, segurando a porta do carro para eu não sair, mas coseguir sair em disparada até a delegacia para prestar queixa e tomadas de providências, pois já é rotina desse rapaz, ação como essa ocorrid pelo alno Nildo Aranha da Uneb, na campanha para prefeito, onde o mesmo era oposição ao agravante, nos quatros canto da cidade ele diz que é amigo do prefeito, e que tem seu apoo para vereador, só que esse cidadão ,está esquecendo que as pesoas não gostam de puxa saco e sim de pessoas honestas e trabalhadoras.
O delegado Dr. Cláudio, que estava de plantão, me encaminhou para fazer exames, e o médico comprovou além de lesões corporais, problemas decorrentes ao meu cérebro, pois fez um raio x de crânio e depois de medicado com antibióticos para fortes dores de cabeça, voltei para minha residência, estou com os laudos da perícia e o BO da delegacia, e as assinaturas das pessoas que presenciaram o fato. Colhir e já encaminhei via e-mail para SEC-BA e a SUPROF e para Secretria de Segurança Pública com o pedido do meu advogado para garantia de vida.
Muito bem leitores, isso prova que aquela armação dos policiais em minha prisão ilegal e imoral, esse rapaz mais uma vez é o ator principal dessas cenas deploráveis, que a sociedade não mais aceita. Portanto, quem responde é a justiça, na qual acredito, e jamais vou sujar minhas mãos com esse invejoso e mentiroso, que quer ser DOM BAHIA, a todo custo e não consegue.
Cópias do Termo de Declações e do Guia para Exame de Corpo Delito do professor Dom Bahia
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OBS: Confira nas matérias abaixo o início desta confusão e suas consequencias.
Polícia
01/07/15 17h11m - Paulo Afonso-Ba
PMs entram com ação penal contra professor Dom Bahia por difamação e calúnia; veja nota
Redação
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Momento em que a PM chegou na porta da sala de aula do Cetepi
Momento em que a PM chegou na porta da sala de aula do Cetepi
A guarnição do Grupo Tático Móvel do 20º BPM, alvo de acusações de maus tratos, arbitrariedade e abuso de autoridade ventiladas pelo professor José messias Leite de Oliveira, popularmente conhecido como Dom Bahia, acionou as instâncias judiciais para processar e julgar o citado educador pelos crimes de difamação e calúnia.
Na noite de 16 de junho, nossa guarnição foi acionada para deslocar-se à unidade educacional CETEPI I (antigo CIEPA) para atender a um caso de ameaça e desordem. Chegando ao local, fomos recebidos pelos solicitantes, os professores Silvano Wanderley Ferreira, José Jorge Santos e Carlos Cruz de Oliveira que disseram ter recebido ameaças do professor Dom Bahia e que este estava provocando tumulto prejudicando o bom andamento das aulas.
Deslocamos-nos à sala onde Dom Bahia lecionava. Por não portarmos nenhuma ordem judicial que nos autorizasse adentrar o recinto tempestivamente, e para evitar constrangimentos e algum tumulto, aguardamos cerca de quinze minutos nos corredores à espera de que a aula terminasse. Falei em tumulto e vou aqui fazer um parêntese: no dia 19 de março deste ano, o aludido professor ligou para o Batalhão dando conta de que nas dependências do CETEPI I havia um homem portando arma de fogo, ameaçando as pessoas e com risco de fazer reféns.
O Oficial de Operações acionou o pelotão motociclístico para averiguar a situação. No local, a guarnição foi surpreendida com o clima de absoluta paz e tranquilidade. Nada havia de anormal. Na realidade, naquele momento acontecia a eleição do Colegiado Escolar, no qual participavam pais e professores. As pessoas presentes ao evento ficaram indignadas com o trote. Foi-lhes orientado que buscassem a autoridade policial competente pra fazer a acusação de falsa denúncia de crime contra o professor Dom Bahia. Se o fizeram, não sei dizer.
Fim do parentêse: tocado o intervalo, Dom Bahia foi chamado e lhe foi explicado o motivo da presença da polícia ali. Ele naturalmente exasperou-se e negou as acusações. Os solicitantes reiteraram o que fora dito e firmaram propósito de irem à delegacia registrar a ocorrência. Dom Bahia alardeou que um dos professores havia lhe dado voz de prisão. Se tal aconteceu não foi na nossa presença. Aliás, qualquer do povo, em situação de flagrante delito, pode dar voz de prisão a qualquer infrator.
Convidado a nos acompanhar, Dom Bahia não ofereceu resistência. Portanto, não foi algemado, obedecendo-se assim à 11ª súmula vinculante do Supremo Tribunal Federal que limita o uso de algemas a casos excepcionais, como resistência, fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia.
Foi alocado no presídio da viatura porque na condição de custodiado para averiguação de infração penal, o local natural para a condução é o compartimento destinado a tal fim do veículo policial. Procedimento padrão. Em momento algum ele se queixou de que estava se recuperando de cirurgia ou algo parecido. Aliás, não disse nada. Se o tivesse feito, se ele de fato estivesse impedido de ser transportado naquele local, teríamos encontrado outros meios de fazê-lo, nem que fosse sentado no meu colo. Seria ridículo, eu sei, mas tudo bem. A nossa intenção é deixar o cliente confortável.
Do CETEPI I à Delegacia gastamos cerca de 20 minutos no percurso. Não ficamos dando voltas a esmo pela cidade, como ele mentirosamente divulgou no site do Bocão News. Pra provar, há o registro do GPS da viatura; a comunicação mantida com o CICOM; seu amigo, o professor Hilário, vice diretor do CETEPI I que nos acompanhou até a unidade policial, e os professores que nos solicitaram.
Com que intenção Dom Bahia inventou tamanha conversa confesso que me escapa uma vez que todas as suas garantias constitucionais foram asseguradas. Aliás, diante do que nos foi relatado pelas vítimas acerca das barbaridades cometidas por Dom Bahia naquela escola, desconfio seriamente de que ele deva padecer de algum distúrbio psicótico. Mas deixo à psiquiatria a resolução de tal mistério.
Na Depol, a ocorrência foi registrada, sendo lavrado o Termo Circunstanciado de Ocorrência, por ser a ameaça crime de menor potencial ofensivo, condicionada a representação do ofendido. Seu advogado, Dr. Antônio Martins, fora chamado para acompanhá-lo.
Professor Dom Bahia
No dia seguinte aos fatos, Dom Bahia espalhou aos quatro ventos todo o seu verborrágico embuste, nos taxando de criminosos (difamação) e nos impultando condutas contrárias à lei (calúnia). Queixou-se ainda de que eu faria parte de um complô pra derrubá-lo pelo fato de ele ter barrado a minha contratação no CETEPI I como professor.
Algo totalmente fora de propósito, uma vez que coincidiu eu estar de serviço pra atender essa ocorrência. E acusa toda a direção da escola de ser formada por uma quadrilha que se locupleta com os parcos recursos que são destinados à educação.
Estes são os fatos. Há inúmeros meios de comprovar tudo o que foi dito acima.
Aroldo José dos Santos
Policial Militar
Policial Militar
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Polícia
28/06/15 12h40m - Paulo Afonso
'Bocão' repercute denúncia de fraudes no Cetepi e prisão do professor Dom Bahia (Fotos e Vídeos)
Manchete do Bocão News: 'Professor do Estado denuncia fraudes em escola e é preso na frente dos alunos'
Por Bocão News
Por Marivaldo Filho (Twitter: @marivaldofilho) | Fotos: Juarez Matias / Bocão News
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Crédito: Juarez Matias / Bocão News

Irregularidades de A a Z no Colegiado Escolar do Centro Territorial de Educação Profissional Itaparica (Cetepi Itaparica I), no município de Paulo Afonso, interior da Bahia, foram expostas pelo professor de Física da unidade, José Messias Oliveira, conhecido popularmente como Dom Bahia.
De acordo com o denunciante, acúmulo de funções, nepotismo, contratação de pessoas sem capacitação e recebendo “por fora”, trapaças no programa do Governo Federal Pronatec e funcionários contratados que nunca apareceram no local de trabalho "brotam no Cetep". Depois que procurou o Ministerio Público Estadual, o Ministério Público Federal e a Ouvidoria do Estado para relatar tudo o que considera que está errado, teve a aula interrompida, foi preso e colocado no camburão na frente dos alunos com a justificativa da polícia de que “perturbava o sossego e a ordem na unidade educacional”.
De acordo com o professor, quando quatro policiais militares interromperam a lição de física para anunciar que ele seria conduzido à delegacia, ele avisou que tinha recentemente tinha passado por uma cirurgia na barriga e que teria que ser levado com cuidado. Não adiantou.
De acordo com o professor, quando quatro policiais militares interromperam a lição de física para anunciar que ele seria conduzido à delegacia, ele avisou que tinha recentemente tinha passado por uma cirurgia na barriga e que teria que ser levado com cuidado. Não adiantou.
“Me jogaram num camburão e me prenderam de uma forma desmoralizante. Fizeram coisas que você não tem noção. A distância entre o Cetep é aproximadamente uns 200 metros. Rodaram a cidade toda comigo no fundo, passando no quebra mola de uma forma para machucar. Chegou na delegacia, não fiquei nem 30 minutos. Foi só pra intimidar e ameaçar. Disseram que o grupo que fez isso é capaz de muito mais. Alegaram que eu ameacei e provoquei desordem na escola. Mas não vou desistir da luta por uma educação de qualidade e por moralidade nos gastos públicos. Não vou recuar. Agora vou até o fim”, relatou Dom Bahia.
Após a prisão, no último dia 16, Dom Bahia recebeu o apoio de estudantes e reuniu os alunos na quadra da escola técnica para explicar o motivo da prisão. Veja:
Uma das denunciadas pelo professor no documento encaminhado aos órgãos públicos é a coordenadora de Informática do Cetep, Ana Santos, que, segundo Dom Bahia, é irmã de um dos policiais envolvidos na prisão. Ela, ainda conforme o educador, foi nomeada “de boca” sem pertencer ao quadro de funcionários do estado.
Outra irregularidade listada pelo professor no documento é a contratação como professora de História da cunhada do prefeito de Paulo Afonso, Mércia Brasileiro, que segundo ele mora há mais de cinco anos em Aracaju. “Ele é paga para dar 40 horas de aulas semanais e nem aparece. Quem é próximo ao prefeito tem esse tipo de vantagem. Assim como existe este caso, tem outros”, revelou.
"Quarteirização"
Dom Bahia citou também casos de fraudes, que estariam acontecendo no Pronatec. No documento protocolado, o professor garante que existem casos de educadores que são aprovados na seleção, passam pela seleção, mas não dão aulas. “Colocam no lugar ex-alunos, que não têm capacidade de dar aulas e repassam o dinheiro para eles. É uma imoralidade que passa pelo conhecimento da diretora do Cetep, Maria Adélia Cavalcante Silva Rocha. E tenho como provar tudo o que eu digo. Assino embaixo e dou a minha cara a tapa”, garantiu.
Outra irregularidade listada pelo professor no documento é a contratação como professora de História da cunhada do prefeito de Paulo Afonso, Mércia Brasileiro, que segundo ele mora há mais de cinco anos em Aracaju. “Ele é paga para dar 40 horas de aulas semanais e nem aparece. Quem é próximo ao prefeito tem esse tipo de vantagem. Assim como existe este caso, tem outros”, revelou.
"Quarteirização"
Dom Bahia citou também casos de fraudes, que estariam acontecendo no Pronatec. No documento protocolado, o professor garante que existem casos de educadores que são aprovados na seleção, passam pela seleção, mas não dão aulas. “Colocam no lugar ex-alunos, que não têm capacidade de dar aulas e repassam o dinheiro para eles. É uma imoralidade que passa pelo conhecimento da diretora do Cetep, Maria Adélia Cavalcante Silva Rocha. E tenho como provar tudo o que eu digo. Assino embaixo e dou a minha cara a tapa”, garantiu.
Entre os casos denunciados por Dom Bahia, está o de Luis Carlos de Carvalho, contratado em regime de Prestação de Serviço Temporário (PST) e que é secretário de Relações Institucionais.
“Além do acúmulo de funções, ele não vai dar aula. Ele coloca a filha dele para lecionar. É uma vergonha”, critica o professor. “São casos que acontecem aos montes e forma indiscriminada os prestadores de serviço temporário, que já são terceirizados, no Cetep fazem a quarteirização. Arranjam alguém para fazer e ganham dinheiro sem nem aparecer. Tem gente que trabalha em tantos lugares que tem mais 120 horas semanais de carga horária”, completou.
Investigação
Em contato com a Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Educação argumenta que foi criada, pela Portaria nº 3745/2015, de 30 de maio de 2015, uma comissão de investigação, “que iniciará as oitivas na próxima semana, para apurar as denúncias do ponto de vista documental. Caso sejam comprovadas no todo ou em parte, será recomendada a abertura de Inquérito Administrativo, a ser conduzido pela Corregedoria da Secretaria da Educação”.
De acordo a pasta estadual, acusações da diretoria da escola em relação ao comportamento do educador também serão averiguadas.
“Além do acúmulo de funções, ele não vai dar aula. Ele coloca a filha dele para lecionar. É uma vergonha”, critica o professor. “São casos que acontecem aos montes e forma indiscriminada os prestadores de serviço temporário, que já são terceirizados, no Cetep fazem a quarteirização. Arranjam alguém para fazer e ganham dinheiro sem nem aparecer. Tem gente que trabalha em tantos lugares que tem mais 120 horas semanais de carga horária”, completou.
Investigação
Em contato com a Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Educação argumenta que foi criada, pela Portaria nº 3745/2015, de 30 de maio de 2015, uma comissão de investigação, “que iniciará as oitivas na próxima semana, para apurar as denúncias do ponto de vista documental. Caso sejam comprovadas no todo ou em parte, será recomendada a abertura de Inquérito Administrativo, a ser conduzido pela Corregedoria da Secretaria da Educação”.
De acordo a pasta estadual, acusações da diretoria da escola em relação ao comportamento do educador também serão averiguadas.
“Além disso, o Colegiado Escolar do Centro Territorial de Educação Profissional Itaparica (CETEP Itaparica I) lavrou ata de reunião sobre a conduta do Professor José Messias, com graves acusações contra ele, que serão analisadas pela Comissão e, se comprovadas, podem também levar a recomendação de abertura de Inquérito Administrativo”.
A reportagem do Bocão News retornou o contato com a Secretaria de Educação para saber do que se tratavam as “graves denúncias” contra o professor Dom Bahia, mas não obteve êxito
O professor é acusado de ameçar outro educador da instituição, Silvano Wanderley. Para um dos vice-diretores do Cetep, Hilário Souza, apesar das acusações, a maneira com que tudo aconteceu não se justifica. Em carta aberta encaminhada à comunidade escolar, o gestor achou que houve abuso de autoridade e cobrou uma resposta da diretora-geral.
"Gostaria de informar que ontem estávamos (eu e a outra vice-diretora, Profa. Carminha) no colégio e que não tomamos conhecimento dos fatos. Explica-se: não soubemos que o professor Dom Bahia havia ameaçado o Prof. Silvano Vanderlei, nem que este havia chamado a Polícia para a instituição. Fomos surpreendidos, assim como todos os alunos, com a chegada dos três PMs. É preciso relatar que os PMs ignoraram nossas presenças e nossas representatividades dentro do Colégio, pois não nos procuraram para justificarem a presença deles na instituição. Quando vi, os PMs já estavam na porta da sala onde o Prof. Dom Bahia estava lecionando. Foi quando eu me dirigi até lá e procurei saber sobre o ocorrido. De todo modo, registro aqui o meu repúdio pelas ações ocorridas na noite de ontem e o desrespeito por parte dos PMs para com a direção da instituição e com a forma como o Prof. Dom Bahia foi convocado a se retirar da sala de aula para ser conduzido até a delegacia", afirmou Hilário Souza.
A redação tentou contato com a diretora do Cetep, Maria Adélia Cavalcante Silva Rocha, e com todos os denunciados, mas os citados não foram localizados.
Confira parte do documento encaminhado pelo denunciante aos órgãos públicos.
Para ver matéria original clique AQUI
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Polícia
18/06/15 00h33m - Paulo Afonso - BA
Vice-diretor questiona ação policial ao prender prof. Dom Bahia em sala de aula; veja nota
Redação
redacao@ozildoalves.com.br
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Exclusivo: Boa tarde! Aqui quem escreve é oProf. Hilário Souza, um dos vice-diretores do CETEPI. Gostaria de informar que ontem estávamos (eu e a outra vice-diretora, Profa. Carminha) no colégio e que não tomamos conhecimento dos fatos. Explica-se: não soubemos que o Prof. Dom Bahia havia ameaçado o Prof. Silvano Vanderlei, nem que este havia chamado a Polícia para a instituição. Fomos surpreendidos, assim como todos os alunos, com a chegada dos três PMs.
É preciso relatar que os PMs ignoraram nossas presenças e nossas representatividades dentro do Colégio, pois não nos procuraram para justificarem a presença deles na instituição. Quando vi, os PMs já estavam na porta da sala onde o Prof. Dom Bahia estava lecionando. Foi quando eu me dirigi até lá e procurei saber sobre o ocorrido. De todo modo, registro aqui o meu repúdio pelas ações ocorridas na noite de ontem e o desrespeito por parte dos PMs para com a direção da instituição e com a forma como o Prof. Dom Bahia foi convocado a se retirar da sala de aula para ser conduzido até a delegacia.
Agora, esperamos que a diretora geral, Profa. Adélia tome as providências necessárias, que o NRE 24 (antiga Direc) também se posicione e aja em relação a isso, bem como a SUPROF (Superintendência de Educação Profissional da Bahia).
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Polícia
17/06/15 10h23m - Paulo Afonso
Confusão no CETEPI de Paulo Afonso: Professores vão parar na delegacia de polícia!
Redação
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Professor Dom Bahia
Professor Dom Bahia
Ontem, dia 16/06/15, no CETEPI – Centro Territorial de Educação Profissional, antigo CIEPA, por volta das 20 horas foi detido em sala de aula, o professor Dom Bahia.
Através de e-mail enviado para a Redação do portal, uma estudante que preferiu não se identificar diz que “alunos teriam ficado indignados com o transtorno ocorrido em plena sala de aula, até porque foi outro professor o Sr. Silvano Wanderley que chamou a polícia e a conduziu até a sala de aula”.
No texto, a aluna conta também que os alunos ficaram chocados com a cena: “Os alunos ficaram chocados vendo o professor sair de lá dentro da viatura, filmaram tudo e isso já deve está rolando nas redes sociais”.
Ainda não há detalhes sobre a motivação da presença da polícia no referido colégio, porém, tudo leva ao fato de recentemente o professor Dom Bahia ter denunciado supostas irregularidades na Direção do Cetepi, conforme informações amplamente divulgadas na mídia eletrônica de Paulo Afonso no final do mês de abril. Veja abaixo:
Professor Dom Bahia denuncia irregularidades na direção do CTEPI I
O professor José Messias Leite Oliveira, conhecido como “Dom Bahia”, solicitou da Câmara Municipal de Paulo Afonso, um espaço para utilizar a Tribuna da Casa Dr. Josefino Teixeira, para proferir informações de supostas irregularidades na Gestão do CTEPI I (antigo CIEPA) em Paulo Afonso-BA.
Trata-se de professores que arrendam suas horas aulas na Instituição para professores que supostamente são despreparados para lecionar em cursos técnicos.
Além da denúncia verbal que seria exposta no Plenário da Câmara Municipal de Vereadores de Paulo Afonso, Dom Bahia prometeu entrar com um Processo Administrativo junto à Procuradoria do Estado e à Ouvidoria Estadual.
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